segunda-feira, 26 de abril de 2010

PRÊMIO NACIONAL DE REFEÊNCIA EM GESTÃO ESCOLAR



Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar:
Escolas Públicas podem se inscrever até 14 de maio



Termina em 14 de maio o prazo para as inscrições referentes ao Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar que premiará escolas públicas de educação básica de todo o País. Para concorrer a prêmios de R$ 2 mil, R$ 3,5 mil e R$ 15 mil, e a coletâneas de vídeos educativos, diplomas e viagens de intercâmbio pelo Brasil ou pelos Estados Unidos, a escola precisa ter mais de cem alunos matriculados.

Os mobilizadores sociais pela Educação podem se informar sobre o prêmio e divulgá-lo nas unidades de ensino da sua região. Por meio da identificação e reconhecimento de estabelecimentos escolares que desenvolvem práticas eficazes de gestão, o Prêmio em Gestão Escolar tem como objetivo estimular as escolas a melhorarem seu desempenho e a aprendizagem dos alunos.

Leia mais sobre o Prêmio no site do FNDE. O regulamento completo da premiação pode ser acessado em http://www.consed.org.br/.





INFORMAÇÕES:http://familiaeducadora.blogspot.com/2010/04/premio-nacional-de-referencia-em-gestao.html

sexta-feira, 23 de abril de 2010

18 DE ABRIL .DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL






18 DE ABRIL
DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL

MONTEIRO LOBATO

José Bento Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba. Estreou no mundo das Letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios Kennedy e Paulista.
No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, dividiu-se entre suas principais paixões: escrever e desenhar. Colaborou em publicações dos alunos, vencendo um concurso literário, promovido em 1904 pelo Centro Acadêmico XI de Agosto.
Viveu um tempo como fazendeiro, foi editor de sucesso, mas foi como escritor infantil que Lobato despertou para o mundo em 1917.
Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, "A menina do Narizinho Arrebitado". Com capa e desenhos de Voltolino, famoso ilustrador da época, o livrinho, lançado no natal de 1920, fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta.
Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal, da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema.
Sofreu perseguições políticas na época da ditadura, porém conseguiu exílio político em Buenos Aires. Lobato estava em liberdade, mas enfrentava uma das fases mais difíceis da sua vida. Perdeu Edgar, o filho mais velho, e presenciou o processo de liquidação das companhias que fundou e, o que foi pior, sofreu com a censura e atmosfera asfixiante da ditadura de Getúlio Vargas.
No livro, o velho Jeca Tatu, preguiçoso incorrigível, que Lobato depois descobriu vítima da miséria, vira um trabalhador rural sem terra. Se antes o caipira lobatiano lutava contra doenças endêmicas, agora tinha no latifúndio e na distribuição injusta da propriedade rural seu pior inimigo. Os personagens prosseguiam na luta, mas seu criador já estava cansado de tantas batalhas. Monteiro Lobato sofreu dois espasmos cerebrais e, no dia 4 de julho de 1948, virou "gás inteligente" - o modo como costumava definir a morte.
Monteiro Lobato foi-se aos 66 anos de idade, deixando uma imensa obra para crianças, jovens e adultos e o exemplo de quem passou a existência sob a marca do inconformismo.
Pesquisa no site www.lobato.com.br



MONTEIRO LOBATO
(Minibiografia poética)

Lobato, o grande autor da literatura infanto-juvenil,
Também traduziu e adaptou vários livros estrangeiros.
No livro Urupês, Jeca Tatu é o personagem central;
Rui Barbosa louvou o livro no Congresso brasileiro!
Lobato foi quem fundou a primeira editora nacional.
Após início de sua carreira, Lobato vai aos Estados Unidos.
Com o progresso lá visto, retornou com idéias diferentes,
Por defender nosso petróleo, passou situações amargas.
Sua carta, com o tema "Petróleo", ofendeu o Presidente Vargas.
Por este motivo, acabou detido no presídio Tiradentes...
Sua luta pelo petróleo brasileiro deixou-o magoado e doente!
Nacionalista, Lobato escrevia sobre o futuro da nação.
Grande parte de suas obras direcionava às crianças.
Lobato embolsava nas histórias a alegria e a confiança;
A leitura levava o transmite para a boa educação!
No livro, O Sítio do Pica-pau Amarelo,
Jeca Tatu, Boneca Emília, Narizinho, Tia Nastácia, Visconde de Sabugosa, Cuca, Saci, Pedrinho e outros,
Como personagens, vivem aventuras inacreditáveis!
Para o mundo, Lobato, é um dos escritores notáveis...
Autor: Manuel de Almeida (Manal)

18 DE ABRIL -DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL

DIA DO LIVRO...ATIVIDADES














































quinta-feira, 22 de abril de 2010

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL - 18/04

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL: 18/04
DIA MUNDIAL DO LIVO: 23/04
O dia 18 de abril foi instituído como o dia nacional da literatura infantil, em homenagem à Monteiro Lobato.

“Um país se faz com homens e com livros”. Essa frase criada por ele demonstra a valorização que o mesmo dava à leitura e sua forte influência no mundo literário.

Monteiro Lobato foi um dos maiores autores da literatura infanto-juvenil, brasileira. Nascido em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882, iniciou sua carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Em 1904 venceu o concurso literário do Centro Acadêmico XI de Agosto, época em que cursava a faculdade de direito.

Como viveu um período de sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida num sítio, assim criou o Jeca Tatu, um caipira muito preguiçoso.
Depois criou a história “A Menina do Nariz Arrebitado”, que fez grande sucesso. Dando sequência a esses sucessos, montou a maior obra da literatura infanto-juvenil: O Sítio do Picapau Amarelo, que foi transformado em obra televisiva nos anos oitenta, sendo regravado no final dos anos noventa.
Dentre seus principais personagens estão D. Benta, a avó; Emília, a boneca falante; Tia Nastácia, cozinheira e seus famosos bolinhos de chuva, Pedrinho e Narizinho, netos de D. Benta; Visconde de Sabugosa, o boneco feito de sabugo de milho, Tio Barnabé, o caseiro do sítio que contava vários “causos” às crianças; Rabicó, o porquinho cor de rosa; dentre vários outros que foram surgindo através das diferentes histórias. Quem não se lembra do Anjinho da asa quebrada que caiu do céu e viveu grandes aventuras no sítio?
Dentre suas obras, Monteiro Lobato resgatou a imagem do homem da roça, apresentando personagens do folclore brasileiro, como o Saci Pererê, negrinho de uma perna só; a Cuca, uma jacaré muito malvada; e outros. Também enriqueceu suas obras com obras literárias da mitologia grega, bem como personagens do cinema (Walt Disney) e das histórias em quadrinhos.
Na verdade, através de sua inteligência, mostrou para as crianças como é possível aprender através da brincadeira. Com o lançamento do livro “Emília no País da Gramática”, em 1934, mostrou assuntos como adjetivos, substantivos, sílabas, pronomes, verbos e vários outros. Além desse, criou ainda Aritmética da Emília, em 1935, com as mesmas intenções, porém com as brincadeiras se passando num pomar.

Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, no ano de 2002 foi criada uma Lei (10.402/02) que registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Projeto “Monteiro Lobato”

Introdução: Monteiro Lobato foi, verdadeiramente, um dos grandes homens da história desse país. Grande escritor, celebrado por gerações e gerações de crianças por seu espetacular trabalho “O Sítio do Pica-pau Amarelo”, Lobato foi também um empreendedor. Além disso, através de todas as suas produções e realizações queria por que queria fazer com que o Brasil pudesse crescer desenvolver-se, ocupar um lugar de destaque mundial dos países. Originário do interior de São Paulo, mais especificamente da cidade de Taubaté o escritor fez um pouco de tudo em sua vida. O que mais permanece na memória coletiva nacional é a sua forte ligação com as crianças. Proximidade e carinho conseguidos com o apoio da Narizinho, da Emília, do Visconde, do Pedrinho e dos demais personagens do Sítio. Em suas obras dedicadas as crianças, Lobato conseguiu verdadeiras façanhas como contar a história do mundo tornando-a divertida e atraente para os pequenos ou, ainda, falar de temas adultos e sérios de forma descontraída, como a questão do petróleo.

Justificativa: Conhecer a obra de Monteiro Lobato deveria ser atividade básica programada por todas as escolas de nosso país. Conhecer o Sítio e seus personagens, desbravando as páginas escritas pelo Monteiro Lobato, é muito mais que um dever escolar, é um grande prazer e contribuição essencial para o nosso próprio sentimento. Lobato significa literatura de muita qualidade e história. Não ler suas obras significa abrir mão de livros que simbolizam nossa própria identidade. O sitio do Pica-pau amarelo foi uma maneira que nós, professoras do Pré II, encontramos para apresentar aos alunos esse maravilhoso escritor, desenvolvendo nos alunos a paixão pela leitura.
Problemática: Nossos alunos gostam muito de historias e desenhos. Por isso resolvemos trabalhar, no mês do aniversario de Monteiro Lobato, as duas coisas: historias e desenhos. O desenho do Sitio do Pica-pau amarelo é um recurso que pretendemos usar para estimular ainda mais esse gosto das crianças Suas historias afloram ainda mais a criatividade das crianças.
Objetivos:- Conhecer o escritor Monteiro Lobato, bem como suas obras:- Criar nos alunos o hábito da leitura, através do contato com histórias;- Despertar um ambiente prazeroso para a leitura, onde a própria criança pede e sente vontade; - Proporcionar a socialização através de produção de textos orais junto aos colegas;- Desenvolver interesse e atenção por músicas, leitura, histórias e escrita.

Desenvolvimento:1.Apresentação do autor Monteiro Lobato:- Biografia;- Quebra-cabeça;- Músicas.2.Apresentação dos principais personagens e suas características:- Músicas;- Filmes;- Cartazes;- Dobraduras;- Confecção de bonecos;- Culinária;3.Confecção de um livro gigante:- Produção coletiva;Culminância: As professoras se caracterizarão de D. Benta e Tia Nastácia e contarão a historia do livro, criada pelos alunos do Pré II, para todas as turmas. Ao final receberão os bolinhos de chuva da tia Nastácia. As crianças do Pré II estarão vestidas de Emília (meninas) e Visconde de Sabugosa (meninos). A sala estará ornamentada para receber as crianças da escola num ambiente parecido com o Sitio do Pica-pau Amarelo. Serão recebidos com música, tema desta obra.
Conteúdos integrados:Matemática: Seqüência numérica e quantificação;Linguagem oral e escrita: Leitura, alfabeto e o próprio nome;Natureza e sociedade: Alimentos e animais;
Avaliação: Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.O instrumento de avaliação será relatórios diários no caderno de planejamento das professoras e será passado aos pais no final do semestre através do portfolio.
Bibliografia:Sites sobre educação;
Livro: Reinações de Narizinho
Dvd: Reino das águas claras
Revista: Professoras de Educação Infantil (abril 2006)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Plano de Mobilização Social pela Educação

Plano de Mobilização Social pela Educação


O Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE é uma ação balizada pela parceria entre o Governo Federal, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e a sociedade civil.

A Mobilização Social é um dos pilares do PDE e visa a integração de esforços entre o poder público, alunos, professores, a família, o bairro, a cidade, agentes culturais, entidades religiosas, segmento empresarial e demais atores da sociedade civil. O objetivo é mostrar à sociedade e, em especial às famílias, que, embora a educação seja dever do Estado e direito de todos, ela é, também, educar é uma tarefa pública e de responsabilidade de todos os cidadãos.
Nesse sentido, o MEC elaborou o Plano de Mobilização Social pela Educação como instrumento para o envolvimento desses segmentos sociais na busca de garantir a todos os brasileiros, e a cada um, o direito de aprender. Ele tem como base as diretrizes do Plano de Metas do PDE, que devem ser adotadas por todas as escolas públicas do país, compromisso firmado pelos dirigentes municipais e estaduais com o Ministério da Educação.
O fundamento do Plano de Mobilização é de que a educação tem de ser vista como um direito e um dever das famílias, tendo em vista que:
a) as famílias e responsáveis pelas crianças, adolescentes e jovens têm o direito de reivindicar que a escola dê uma educação de qualidade para todos e cada um de seus alunos. Podem e devem cobrar providências, medidas e ações para que isso ocorra.
b) as famílias e responsáveis pelas crianças e jovens têm o dever de ajudar a escola em casa, criando disciplina e rotina de estudos.
c) as famílias e responsáveis têm o dever de se aproximar da escola.

O Plano de Mobilização é uma orientação aos mobilizadores para ação junto às famílias e responsáveis por crianças, adolescentes e jovens estudantes em escola pública, com o objetivo de aproximá-los da escola, de modo a:

 despertar a consciência das pessoas sobre o compromisso social na afirmação do direito de todos os brasileiros à educação de qualidade e o papel de cada um como protagonista dessa agenda com amigos, vizinhos, parentes, associação de moradores, entre outros.
 desenvolver ações que contribuam para a expansão do Plano e de suas atividades, por meio de campanhas de conscientização, trabalho voluntário que aproxime escola e comunidade.

As escolas – diretores, professores, coordenadores pedagógicos e demais profissionais – têm um importante papel a cumprir na mobilização. Cabe, portanto, aos gestores municipais e estaduais de educação – secretários, superintendes e suas equipes, orientar as escolas de suas redes a buscar parceria com as famílias, criando em todas as unidades um ambiente propício e acolhedor que motive as famílias a participarem mais da vida escolar dos estudantes. Por exemplo:
 marcando reuniões de pais em horários favoráveis à sua participação;
 transformando as reuniões em momentos de troca de experiências sobre o desenvolvimento dos alunos;
 incentivando os pais e responsáveis a acompanharem em casa a vida das crianças e jovens, garantindo a disciplina para o estudo diário, a fazerem o dever de casa, a criarem o hábito da leitura, a não faltarem às aulas e serem pontual.
 divulgando os resultados da escola, em especial o IDEB, as metas a serem alcançadas e informando as medidas que estão sendo adotadas para atingi-las:
 divulgando os PAR - Plano de Ações Articuladas dos município e do estado e o Plano de Desenvolvimento Estratégico da escola.
 incentivando a formação dos Conselhos Escolares e fortalecendo sua atuação.
 imprimindo e distribuindo a Cartilha "Acompanhem a Vida Escolar de Seus Filhos" elaborada pelo Ministério da Educação, assim como outros materiais de mobilização, como panfletos e cartazes. Importante: o município ou o estado pode nos enviar sua logomarca para ser colocada nos materiais. Consulte-nos a respeito, escreva para mobilizacaosocial@mec.gov.br.

Conheça um pouco mais sobre o Plano de Mobilização Social pela Educação e nossos materiais de mobilização social no Blog da Mobilização, no endereço http://familiaeducadora.blogspot.com .

CONTATOS:

E-mail: mobilizacaosocial@mec.gov.br
Telefone: (61) 2104-9816

terça-feira, 20 de abril de 2010

INCENTIVOS










Contrastes.Imagens para Pré-escola





HABILIDADES E COMPETENCIAS QUE PODEM AUXILIAR NA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DESCRITIVO

Habilidades na Área de Linguagem

-Na Linguagem Oral
• Ouve com atenção seu interlocutor, sabe realizar escuta ativa
• Discrimina auditivamente os elementos expressivos da fala em presença,à distancia ou em mensagens gravadas
• Executa tarefas a parir de instruções orais
• Avalia criticamente mensagens recebidas através dos diversos meios de comunicação;
• Responde adequadamente ás mensagens recebidas;
• Expressa-se oralmente adequando a linguagem à situação de produção ao interlocutor a aos objetivos
-Demonstra capacidade de produzir diferentes tipos de discursos orais:
• Narrando fatos, cenas presenciadas.
• Descrevendo com propriedade pessoas objetos situações
• Discorrendo sobre um tema proposto
• Fazendo síntese de um discurso ouvido
• Dando instruções com clareza e precisão
Reproduz e transmite com fidelidade diferentes tipos de mensagens: ouvidas, lidas, transmitidas pelos vários meios de comunicação

Na Leitura
• Reconhece os vários tipos de textos e suas funções com base em características como: formato, titulo, portador do texto, conteúdo.
• Lê reconhecendo automaticamente as palavras
-Lê e compreende textos:
• Identificando as idéias principais e secundarias construindo significados;
• Localizando informações
• Fazendo inferências
• Deduzindo ou elaborando o significado de vocábulos desconhecidos
• Resumindo coerentemente o texto lido
• Interpretando informações sucessivas, agrupando-as e sintetizando-as
• Tirando conclusões
• Avaliando criticamente
• Situando no seu momento histórico e sócio político de sua produção
-Produz textos orais e escritos diversificados considerando as tendências previstas pela diferentes tipologias textuais;

- produz textos coerentes, logicamente bem formados;
- escreve usando adequadamente a pontuação
- escreve usando adequadamente a linguagem figurada;
- Escrever utilizando adequadamente a língua padrão
- diferencia um texto em registro formal de outro com registro não formal;
- identifica temas pertencentes a uma família lexical
- reconhece mecanismo básico de concordância nominal e verbal;
-reconhece que o aprendizado de uma mais uma língua lhe possibilita o acesso a bens culturais da humanidade construídos em outras partes do mundo
- consegue construir consciência lingüística e consciência critica dos usos que faz da língua estrangeira que está aprendendo
- utiliza outras habilidades comunicativas de modos a poder atuar em situações diversas;
-vivencia experiências de comunicação humana pelo uso da língua estrangeira no que se refere a nova maneira de se expressar e ver o mundo;

SUGESTÕES DE PALAVRAS E EXPRESSÕES PARA USO EM RELATÓRIOS


VOCÊ PENSA: VOCÊ ESCREVE NO RELATÓRIO DESCRITIVO

O aluno não sabe: O aluno não adquiriu os conceitos, está em fase de aprendizado.
Não tem limites: Apresenta dificuldades de auto-regulação, pois...
É nervoso: Ainda não desenvolveu habilidades para o convívio no ambiente escolar, pois...
Tem o costume de roubar... Apresenta dificuldades de autocontrole quando...
É agressivo: Demonstra agressividade em situações de conflito;
Usa de meios físicos para alcançar o que deseja.
É bagunceiro, relaxado, descuidado: Ainda não desenvolveu hábitos próprios de higiene e de cuidados com seus pertences.
Não sabe nada Aprendeu algumas noções, mas necessita desenvolver...
Possui pouca atenção da família: Aparenta ser desassistido pela família, pois...
É desobediente: Costuma não aceitar e compreender as solicitações dos adultos; Tem dificuldades em cumprir regras...

É apático, distraído: Ainda não demonstra interesse em participar das atividades propostas; Muitas vezes parece se desligar da realidade, envolvido em seus pensamentos.
É mentiroso: Costuma utilizar inverdades para justificar seus atos ou relatar as atitudes dos colegas.
É fofoqueiro: Costuma se preocupar com os hábitos e atitudes dos colegas.
É dependente :É muito afetuoso; demonstra constantemente seu carinho...
É dissimulado: Em situações de conflito coloca-se como espectador , mesmo quando está clara a sua participação.
É preguiçoso: Não realiza as tarefas, aparentando desânimo e cansaço , porém, participa de brincadeiras e outras atividades.
É mimado: Aparenta desejar atenções diferenciadas para si, solicitando que sejam feitas todas as suas vontades.
"É deprimido, isolado, anti-social" :Evita o contato e o diálogo com colegas e professores preferindo permanecer sozinho; Ainda não desenvolveu hábitos e atitudes próprias do convívio social.

É tagarela: Costuma falar mais do que o necessário, não respeitando os momentos em que o grupo necessita de silêncio.
Tem a "boca suja": Utiliza-se de palavras pouco cordiais para repelir ou afrontar.
Possui distúrbio de comportamento Apresenta comportamento fora do comum para sua idade e para a convivência em grupo, tais como...
É egoísta Ainda não sabe dividir o espaço e os materiais de forma coletiva.


OBSERVAÇÕES:
É importante considerar, na construção do relatório os seguintes critérios:

• A avaliação deve sempre enfatizar os avanços e não apenas os fracassos. Registrar o que o aluno conseguiu e em que progrediu;
• Valorizar e registrar o desenvolvimento sócio-afetivo como: participação, solidariedade, posicionamento, sentimentos.
• É preciso registrar a participação do aluno nos projetos desenvolvidos no bimestre;
• Deve-se proceder relação com o registro anterior ;
• Diversificar a redação de um aluno para o outro, buscando ser fiel em suas colocações.

Sugestões de frases para escrever um parecer descritivo.

INTERAGE COM O GRUPO, OUVE, RESPEITA E SABE SE POSICIONAR. COLABOROU NA CONSTRUÇÃO DAS REGRAS, COOPERANDO NA RELAIZAÇÃO DOS TRABALHOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS.
IDENTIFICA E ESCREVE O PROPRIO NOME, RECONHECE E NOMEIA ALGUMAS LETRAS DO ALFABETO, MAS SUA ESCRITA AINDA NÃO CORRESPONDE À ESCRITA CONVENCIONAL.
IDENTIFICA ATRIBUTOS NOS DIFERENTES SERES E OBJETOS E COMPRRENDE A RELAÇÃO DE UM OBJETO EM RELAÇÃO AO PRÓPRIO CORPO.
REALIZOU E PARTICIPOU DAS ATIVIDADES PROPOSTAS DESENVOLVIDAS NO PERÍODO DA PÁSCOA.
...........
Relaciona-se espontaneamente com os colegas, procurando interagir com a professora e participa das atividades em grupo efetivamente.
Reconhece e nomeia todo o alfabeto. Realiza pseudo leituras através de ilustrações. Se expressa com clareza.
Conta reconhece e escreve sequencia numérica de 2 a 20 com autonomia e efetua adições simples.
Identifica e diferencia animais selvagens e domésticos.
Participou e realizou...
................
Mostra interesse na realização das atividades e é muito solicito. Se expressa de forma clara e argumentada, interagindo com o grupo e com a professora.
Vem demonstrando grande avanço na escrita em relação ao bimestre passado, ainda sem valor sonoro.
Agrupa elementos semelhantes, retirando-os de um todo e efetua adições e subtrações simples com material concreto e mentalmente.
Diferencia um ambiente poluído de um saudável. Participou e realizou as atividades relacionadas às datas comemorativas do bimestre.
...........................
Interage com os colegas nas situações cotidianas, sendo capaz de ação critica e cooperativa para construção interativa do conhecimento.
Se expressa de forma clara e precisa, através do relato de experiências. Do dialogo, de jogos e brincadeiras. Manifesta experiências, sentimentos, idéias e opiniões de forma clara e ordenada.
Utiliza-se de uma letra para representar cada silaba oral sem relevância sonora. Reconhece todas as letras do alfabeto com autonomia. Realiza leitura de ajuste de textos já conhecidos.
Nomeia, reconhece e escreve os numerais de 0 a 100.
Percebe a importância de uma alimentação saudável para melhorar a qualidade de vida e reconhece o a importancia dos hábitos de higiene para a manutenção e preservação da saúde.
.........................
Relaciona-se bem com a professora e com o grupo e realiza as atividades propostas com rapidez e autonomia.
Realiza pseudo leituras a partir de ilustrações e leitura de ajustes de textos já conhecidos. Ao escrever ainda representa cada silaba oral com uma letra com valor sonoro.
Conhece e utiliza o sistema de numeração decimal ate a centena, Le e interpreta gráfico e tabelas.
Classifica os animais em aves ou mamíferos, através de suas características e valoriza costumes e valores e formas de expressões de diversas culturas.
.......................
Age de forma mais independente, executando ações simples do cotidiano e requisitando ajuda quando necessário.
Le palavras e frases utilizando-se das estratégias de leitura e escreve demonstrando certo domínio sobre a correspondência sonora: fonema/grafema, utilizando-se para representar cada silaba oral com valor sonoro convencional.
Interpreta e resolvem situações problemas, especialmente aquelas envolvendo quantificações.
Relaciona os cincos sentidos aos seus respectivos órgãos.
Percebe a diversidade étnica da nossa cultura e desenvolve a auto-estima, a partir da analise de si mesmo e dos outros com a vistas á formação de hábitos plenos de cidadania.
.............................
Com base nos objetivos propostos no bimestre foi possível observar que o aluno apresenta uma escrita característica da hipótese alfabética, expressando-se através de palavras e pequenos textos, onde apresenta erros ortográficos, que o mesmo percebe e muitas vezes tenta corrigir. Le e escreve e os erros mencionados podem ser sanados através de atividades dirigidas, apresentando e concluindo rapidamente os trabalhos propostos.
Situa-se no tempo e no espaço, resolve operações matemáticas de adição e subtração com grau de dificuldade.
Aprendeu parte dos conteúdos referentes às funções dos vegetais, alem da importância da família e o relacionamento com a escola. Sempre prestativo, propõe a colaborar com os colegas que necessitam de auxilio, relacionando-se bem com a turma.
Sugerimos como atividades para recuperação paralela, a leitura diária, produção textual, criação e ampliação das listas de palavras.
..............
A partir das atividades apresentadas, observamos que o aluno escreve duas letras ou mais por silaba, conseguindo escrever pequenas frases, apresentando alguns erros ortográficos.
..................
A partir das atividades apresentadas, o aluno demonstrou relacionar-se espontaneamente, procurando interagir, participando e emitindo opiniões.
Participa esporadicamente em pequenos grupos ou duplas, preferindo, no entanto realizar suas tarefas individualmente.
Utiliza a escrita convencional, porem ainda questiona os aspectos ortográficos da língua. Realiza leitura, compreende textos e se expressa com clareza.

POPULAÇÃO ÍNDIGENA NO BRASIL (Texto informativo)

POPULAÇÃO ÍNDIGENA NO BRASIL
O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos.
Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão, abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).
Estimativas da população indígena na época do descobrimento apontam que existiam no território Brasileiro, mais de mil povos, sendo cinco milhões de indígenas. Hoje em dia, são 227 povos, e sua população está em torno de 400 mil. As razões para isso são muitas, desde agressão direta de colonizadores a epidemias de doenças para as quais os índios não tinham imunidade ou cura conhecidas.


ÍNDIOS KARAJÁ

Os índios Karajá habitam tradicionalmente a bacia do rio Araguaia, falam língua homônima pertencente ao tronco lingüístico Macro-Jê, apresentam população de aproximadamente 3850 pessoas e se dividem atualmente em três subgrupos: os Javaé, os Karajá do Norte e os Karajá propriamente ditos.
O subgrupo Karajá é o maior com população aproximada de 2500 pessoas e pode ser encontrado nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará. Os Javaé são cerca de 1100 pessoas habitando o Estado do Tocantins, que juntamente com os Karajá nesse Estado ocupam aldeias localizadas na Ilha do Bananal.
Vivem do cultivo do milho, mandioca, batata, banana, cará, melancia, feijão e amendoim, e prezam pela pintura corporal. Dividem o trabalho, fica para os homens a defesa do território, abertura de roças, construção das casas, pesca e outros. Para as mulheres o trabalho de educar os filhos, cuidar dos afazeres domésticos, do casamento dos filhos, da pintura e ornamentação das crianças e outros.
A arte cerâmica é exclusiva das mulheres, apresentando os mais variados tipos e motivos, desde utensílios domésticos, como potes e pratos, até bonecas com temas mitológicos, vida cotidiana, fauna.

CERÂMICA KARAJÁ
Para confeccionar a cerâmica, os artesãos utilizam uma argila especifica chamada de barro de louça que misturado com cinzas da madeira e colocada para secar ao sol, depois queimada no forno tradicional.
No final, a peça é pintada de preto e vermelho. Feitas pelas mulheres, podem ser utilitárias (potes, pratos, tigelas) ou ornamentais assim também, são confeccionadas as bonecas Ritxokò.
As bonecas Ritxokò representam o cotidiano da aldeia, de brinquedos de criança no passado, a cobiçadas peças no comércio local.
Entre os povos indígenas do Tocantins, os Karajá são os únicos que ainda produzem cerâmicas.
As miniaturas em cerâmica, representam o cotidiano do povo Karajá, como o parto, a caçada e a pescaria. São figuras de animais encontrados na Ilha do Bananal, como onça, anta, jacaré, tucano, ariranha e paca.

Fonte: Cultura Popular

Dia do Indio: O FOGO

Este texto nos levará a um tempo distante, época em que os seres humanos viviam de forma muito diferente.


O FOGO


Há milhares de anos os homens viviam  com  medo. Não ficavam muito tempo no mesmo lugar: seguiam sempre os animais para caçá-los e outras vezes os homens fugiam das feras perigosas.
Os homens daquela época estavam acostumados a ouvir o rugido daquelas feras e o barulho do trovão, a suportar a força do vento e a fúria da chuva.
Mas, acima de tudo, era o fogo que os enchia de medo. Era natural que os homens temessem o fogo. Naquele tempo eles só conheciam o fogo dos vulcões ou dos relâmpagos que incendiavam as florestas matando homens e animais.
Mas um dia, ao esfregar duas pedras, as faíscas que brotaram chegaram a umas folhas secas. Aquelas chamas pequenas esquentavam, faziam  bem..
Depois, alguém de scobriu que a carne dos animais, quando passada pelo fogo, ficava mais gostosa.
Durante a noite, a chama de uma fogueira afastava as feras das cavernas e os homens podiam dormir mais tranquilos.
Desde então o fogo se tornou o melhor amigo do homem  primitivo. Na entrada das cavernas havia sempre uma fogueira. E alguém, quase sempre uma mulher, se encarregava de não deixar o fogo se apagar.


Español – Lecturas Tercer Grado.

Entendimento do texto


1. Quando acontecem os fatos apresentados pelo texto?
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2. Retire do texto palavras que confirmem a sua resposta?
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3. Como viviam os seres humanos naquela época?
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4. Por que os seres humanos temiam o fogo?
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5. Quais as duas utilidades do fogo para o homem  primitivo?
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6. Você gostou deste texto? Por quê?
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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Lendas indígenas

O UIRAPURU

Certa vez um jovem guerreiro apaixonou-se pela esposa do grande cacique, mas não podia aproximar-se dela. Então pediu a Tupã que o transformasse num pássaro. Tupã fez dele um pássaro de cor vermelho-telha. Toda noite ia cantar para sua amada. Mas foi o cacique que notou seu canto. Tão lindo e fascinante era o seu canto, que o cacique perseguiu a ave para prendê-la, só para ele.

O Uirapuru voou para bem distante da floresta e o cacique que o perseguia, perdeu-se dentro das matas e igarapés e nunca mais voltou. O lindo pássaro volta sempre canta para a sua amada e vai embora, esperando que um dia ela descubra o seu canto e seu encanto.

AS LÁGRIMAS DE POTIRA
Muito antes de os brancos atingirem os sertões de Goiás, em busca de pedras preciosas, existiam por aquelas partes do Brasil muitas tribos indígenas, vivendo em paz ou em guerra e segundo suas crenças e hábitos.
Numa dessas tribos, que por muito tempo manteve a harmonia com seus vizinhos, viviam Potira, menina contemplada por Tupã com a formosura das flores, e Itagibá, jovem forte e valente.
Era costume na tribo as mulheres se casarem cedo e os homens assim que se tornassem guerreiros.
Quando Potira chegou à idade do casamento, Itagibá adquiriu sua condição de guerreiro. Não havia como negar que se amavam e que tinham escolhido um ao outro. Embora outros jovens quisessem o amor da indiazinha, nenhum ainda possuía a condição exigida para as bodas, de modo que não houve disputa, e Potira e Itagibá se uniram com muita festa.
Corria o tempo tranqüilamente, sem que nada perturbasse a vida do apaixonado casal. Os curtos períodos de separação, quando Itagibá saía com os demais para caçar, tornavam os dois ainda mais unidos. Era admirável a alegria do reencontro!
Um dia, no entanto, o território da tribo foi invadido por vizinhos cobiçosos, devido à abundante caça que ali havia, e Itagibá teve que partir com os outros homens para a guerra.
Potira ficou contemplando as canoas que desciam rio abaixo, levando sua gente em armas, sem saber exatamente o que sentia, além da tristeza de se separar de seu amado por um tempo não previsto. Não chorou como as mulheres mais velhas, talvez porque nunca houvesse visto ou vivido o que
sucede numa guerra.
Mas todas as tardes ia sentar-se à beira do rio, numa espera paciente e calma. Alheia aos afazeres de suas irmãs e à algazarra constante das crianças, ficava atenta, querendo ouvir o som de
um remo batendo na água e ver uma canoa despontar na curva do rio, trazendo de volta seu amado. Somente retornava à taba quando o sol se punha e depois de olhar uma última vez, tentando distinguir no entardecer o perfil de Itagibá.
Foram muitas tardes iguais, com a dor da saudade aumentando pouco a pouco. Até que o canto da araponga ressoou na floresta, desta vez não para anunciar a chuva mas para prenunciar que Itagibá não voltaria, pois tinha morrido na batalha.
E pela primeira vez Potira chorou. Sem dizer palavra, como não haveria de fazer nunca mais, ficou à beira do rio para o resto de sua vida, soluçando tristemente. E as lágrimas que desciam pelo seu rosto sem cessar foram-se tornando sólidas e brilhantes no ar, antes de submergir na água e bater no cascalho do fundo.
Dizem que Tupã, condoído com tanto sofrimento, transformou suas lágrimas em diamantes, para perpetuar a lembrança daquele amor.

O GUARANÁ
Numa aldeia indígena um casal teve um filho muito bonito, bom e inteligente. Era querido por toda a tribo. Por isso Jurupari, seu pai, começou a ter raiva dele, até que um dia transformou-se em uma cobra, permanecendo em cima de uma árvore frutífera.
Quando o menino ainda criança foi colher um fruto desta árvore, a cobra atirou-se sobre ele e o mordeu. Sua mãe já o encontrou sem vida. Ela e toda tribo choraram muito. Enquanto isso, um trovão rebombou e um raio caiu junto ao menino. Então a índia-mãe disse: - É Tupã que se compadece de nós. Plantem os olhos de meu filho, que nascerá uma fruteira, que será a nossa felicidade. - Assim fizeram e dos olhos do menino nasceu o guaraná.

IARA
A Iara é uma personagem do folclore brasileiro. É uma sereia, pois da cintura para baixo ela é um peixe, e da cintura para cima tem o corpo de mulher.
É uma personagem que vive no fundo do rio Amazonas, e seu nome é de origem indígena, significando “aquela que vive na água”.
Conta a lenda que Iara é considerada a mãe d’água, e que a mesma encanta os pescadores por sua beleza. É morena, índia, com cabelos castanhos e longos, cobrindo seus seios, que ficam à mostra.
Como toda lenda, a história da Iara também tem seu lado fantasioso, inventado pelos homens.
Nas noites de lua cheia ela torna-se conquistadora, atraindo os pescadores, exibindo-se para eles, desvendando seu corpo de sereia. Também usa do seu canto para deixá-los meio hipnotizados. Dessa forma, faz com que eles a acompanhem até o fundo do rio.
Dizem que a Iara atrai os homens para se casar com eles, mas os mesmos morrem nas profundezas do rio.
Os índios acreditam tanto nessa lenda que ao entardecer evitam ficar próximos às margens dos rios.

VITÓRIA RÉGIA
Segundo a lenda indígena da Vitória Régia, tudo começou quando uma índia chamada Naiá descobriu que a lua transformava moças em estrelas.

A cultura indígena diz que a lua (guerreiro forte), ao se esconder por detrás das montanhas, levava para si as moças de sua preferência e as transformavam em estrelas.

Na esperança de virar uma estrela, a índia perseguia a lua, subindo e descendo as montanhas, nas proximidades de sua tribo, tupi-guarani. Mas a lua nada fazia com Naiá, nem a levava nem a transformava em estrela.
Em uma noite de lua cheia, ao ver a imagem da lua refletida sobre as águas de um riacho, a índia se atirou sobre a imagem, acreditando que o guerreiro a estava chamando. Com isso, se afogou e nunca mais foi vista por ninguém.

Em homenagem à índia, os integrantes de sua tribo passaram a acreditar que as flores que nasciam na Vitória Régia significavam o renascer de Naiá. Por isso, a planta é também conhecida como “estrela das águas”, em homenagem à índia. E suas flores, que são brancas, só se abrem à noite para serem iluminadas pela luz da lua.

A LENDA DA MANDIOCA
A mandioca é uma raiz amidosa, muito volumosa, usada para fazer um especial tipo de farinha. A farinha da mandioca faz parte da comida diária dos nativos da Amazonia, e é usada só ou acompanhada de arroz, batata, milho, e como acompanhamento para peixe, carne ou feijão.
Esta raiz possui um forte veneno, cianide que precisa ser eliminado durante a preparação da farinha. Isto é feito durante o cozimento ou fermentação da raiz. A massa obtida é tostada e está pronta para armazenagem.
Em épocas remotas, a filha de um poderoso tuxaua foi expulsa de sua tribo e foi viver em uma velha cabana distante por ter engravidado misteriosamente. Parentes longíquos iam levar-lhe comida para seu sustento, e assim a índia viveu até dar a luz a uma linda menina, muito branca, o qual chamou de Mani.
A notícia do nascimento se espalhou por todas as aldeias e fez o grande chefe tuxaua esquecer as dores e rancores e cruzar os rios para ver sua filha. O novo avô se rendeu aos encantos da linda criança a qual se tornou muito amada por todos.
No entanto, ao completar três anos, Mani morreu de forma também misteriosa, sem nunca ter adoecido. A mãe ficou desolada e enterrou a filha perto da cabana onde vivia e sobre ela derramou seu pranto por horas.
Mesmo com os olhos cansados e cheios de lágrimas ela viu brotar de lá uma planta que cresceu rápida e fresca. Todos vieram ver a planta miraculosa que mostrava raízes grossas e brancas em forma de chifre, e todos queriam prová-la em honra daquela criança que tanto amavam.
Desde então a mandioca passou a ser um excelente alimento para os índios e se tornou um importante alimento em toda a região.
Mandi = Mani, nome da criança. oca = aca, semelhante a um chifre.

COMO SURGIRAM AS ESTRELAS
Era um tempo de grande seca para as tribos e não havia alimento. As índias reunidas saíram em busca de comida para os maridos e os filhos.
Procuraram por todo o lugar, mas não viam caça, nem fruto, nem nada para comer. Então resolveram levar junto um grupo de curumins para darem sorte.
E deu certo. Logo acharam um grande milharal em que as espigas não haviam sido atingidas totalmente pela seca. Ali, puderam encher os cestos com espigas amarelinhas.
Os curumins também ajudaram a colher o milho, mas ficaram com fome e voltaram antes para tribo, carregando uma boa parte.
Na tribo, pediram para a avó fazer um bolo. Ela fez e não demorou a comerem tudinho. Só ficaram as migalhas que os pássaros devoraram.
Quando terminaram ficaram com vergonha. Como podiam ter comido tudo sozinhos quando todos estavam com fome?
Com medo de que as mães os repreendessem, eles trataram de fugir. Pediram para o colibri que amarrasse no céu o maior cipó que encontrasse, e por ele começaram a subir.
Quando notaram o sumiço dos curumins, as índias ficaram preocupadas e voltaram correndo para a tribo. Quando chegaram, viram os curumins subindo o cipó.
Assustadas, elas começaram a subir também os cipós para salvar os curumins, mas eles estavam cada vez mais alto.
O cipó não era forte e rompeu com o peso. As índias caíram no chão, transformando-se em onças. Os curumins, que já estavam no céu, não conseguiram mais voltar.
Assim, durante a noite, da tribo, quem olhasse para o céu ainda podia ver os pontinhos brilhantes dos olhinhos dos curumins, transformados em grandes estrelas.

COMO SURGIU A LUA
Vivia numa tribo uma cobra enorme, a Boiúna Capei, que aterrorizava os índios.
Para que a Boiúna não atacasse os índios, o cacique prometeu que lhe daria sua filha Naipi em casamento. Naipi era uma jovem formosa e de bom coração.
Naipi queria salvar a tribo, mas na verdade era apaixonada por Titçatê, um valente guerreiro.
Quando estavam juntos, até a natureza comemorava, tão grande era o amor um pelo outro.
Quando chegou o momento de Naipi ser entregue à Boiúna, ela rompeu em pranto e, de joelhos, suplicou ao pai que não a levasse.
Titçatê, cheio de coragem, colocou-se à frente da cobra gigante, empunhando arco e flecha.
Vendo que era rejeitada pela formosa índia, Boiúna ficou furiosa e usou seus poderes para transformar a moça numa cachoeira chorosa.
O guerreiro foi transformado numa linda planta de flores roxas, que ficou boiando sobre a água.
Vendo a forma como fora destruído o amor dos dois jovens, os outros índios encheram-se de coragem e atacaram Boiúna, arrancando-lhe a cabeça.
Como castigo por sua maldade, Tupã ordenou que a imensa cabeça da cobra fosse pendurada no céu durante a noite e, na forma de Lua, ficasse a iluminar o amor de Naipi e Titçatê.

COMO SURGIU O FOGO
A única fonte de calor no inicio do mundo era o sol. Os homens não podiam se defender do frio, e os alimentos eram comidos crus.
Só MINARÃ, um índio de raça estranha, conhecia os segredos do fogo e os guardava só para si.
A cabana de MINARÃ, onde o fogo era guardado sempre aceso, era vigiada por sua filha LARAVI.
Para descobrir o segredo do fogo, um caingangue, chamado FIIETÓ, se transformou em gralha branca e voou até a cabana de LARAVI.
Como LARAVI estava tomando banho nas águas do rio, a gralha caiu na água e se deixou levar pela correnteza.
A jovem índia pegou a gralha e a levou para dentro da cabana, colocando-a ao lado do fogo para que secasse as penas.
Quando estava com as penas secas, a gralha roubou um carvão em brasa e fugiu. MINARÃ perseguiu FIIETÓ, mas não conseguiu pegá-lo porque ele se escondera numa caverna.
Quando saiu do esconderijo, FIIETÓ, ainda feito gralha, voou até um pinheiro e incendiou um ramo de sapé com a brasa.
Depois, voltou voando para sua aldeia, levando o ramo no bico.
Com o vento, o fogo se espalhou pelo campo e durante muitos dias a mata ardeu em chamas.
Vendo o incêndio, índios de todas as tribos foram buscar brasas e ramos incendiados e levaram para suas casas, passando a usar o fogo.

Fonte: Cultura Popular.

Desenhos quadriculados
















domingo, 18 de abril de 2010

Para pais, mães, tios, educadore... por Içami Tiba.

1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.


Fonte:TIBA, Içami. Para pais, mães, tios. Texto recebido por email.Curitiba, s/d.O autor é medico psoquiatra, palestrante e autor de alguns livros sobre esucação de filhos.

Desenhos quadriculados, ligar pontos eatividades de grafomotricidade